Como Desenvolver-se Física, Emocional, Mental e Espiritualmente

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a) Desenvolve-te Fisicamente.

Há muito tempo atrás quando era mais ignorante, eu achava que a mente, a esperteza e a inteligência eram o que realmente importava.

Eu pensava isso porque as pessoas de sucesso que eu via eram gordos, andavam permanentemente cansados, ocupados, doentes com coisas como tensão arterial elevada, coração, diabetes… Bebiam bons vinhos, normalmente em excesso, e whiskies caros. Mandavam as famílias de férias e ficavam a trabalhar, ou caso fossem com a família, tinham de continuar a trabalhar. Conduziam carros vistosos, arrastavam os pés e viviam agarrados aos telefones… muito ocupados.

Criei na minha mente a ideia de que uma pessoa de sucesso teria de ser assim.

Na verdade não tem. Aliás isso é o contrário do sucesso. Aprendi com o tempo que ter sucesso é estar bem a todos os níveis, incluindo fisicamente.

Ter um carro de luxo e estar doente só é melhor do que estar doente sem ter o carro de luxo, mas ainda assim não é lá grande coisa, enquanto medida de sucesso.

Comecei a tratar do corpo, da forma atrapalhada que era capaz alguém que nunca tinha feito qualquer tipo de exercício e nunca tinha posto os pés num ginásio. Curiosamente a minha vida melhorou imediatamente, em coisa de 1 semana estava outro. E, com o bem estar físico vem mais energia, mais clareza mental, mais entusiasmo e decisões mais acertadas.

 

b) Desenvolve-te Emocionalmente

Já te perguntaste porque motivo algumas pessoas têm determinados resultados fazendo determinadas coisas e outras, fazendo as mesmas coisas não têm os mesmos resultados?

Uma das principais circunstâncias pessoais que intervêm nessa equação é a forma como cada pessoa lida com as suas emoções.

Algumas lidam com as suas emoções de forma negativa e destrutiva enquanto outros o fazem  de forma positiva e construtiva.
Os primeiros (negativos, fixos) vivem com muitas dificuldades, focam-se nos problemas e no que não podem fazer
Os segundos (positivos, adaptáveis) vivem com com facilidade, tudo é simples, focam-se em soluções e no que podem fazer.

Faz o Teste. A que grupo pertences, ao primeiro ou ao segundo?:

Exemplo Frustração:
Primeiro Grupo: Para uns, a frustração é um buraco negro que suga toda a motivação e bloqueia toda a ação.
Segundo Grupo: Para outros a emoção da frustração é uma energia que lhes dá uma raiva interior (outra emoção) e os leva a fazer mais e melhor.

Exemplo Motivação/Entusiasmo:
Primeiro grupo: A motivação (ou entusiasmo) vem dos resultados, e, quando eles não aparecem a energia esvai-se.
Segundo Grupo: Para outros a motivação vem da visão e, enquanto não aparecem os resultados, a pessoa intensifica a luta até a realizar.

Exemplo Obstáculos:
Primeiro Grupo: Algumas pessoas odeiam (emoção) os obstáculos e, se os superam, fazem-no contrariadas. Prefeririam não ter de lidar com estes “problemas”.
Segundo Grupo: Outras outras adoram obstáculos. Chamam desafios aos problemas e ficam entusiasmados e energéticos quando se lhes depara um difícil pela frente.

Exemplo Decisões:
Primeiro Grupo: Têm um objetivo e formulam-no assim “eu gostava de…”. Depois olham para a sua realidade e reparam que a realidade não permite que o objetivo se concretize e formulam isso assim: “mas não posso” e não tomam decisão nenhuma.
Segundo Grupo: Têm um objetivo e formulam-no assim “eu quero…” e tomam a decisão de o conseguir. Depois, como no primeiro grupo, olham para a sua realidade e reparam que a realidade não permite que o objetivo se concretize. Então formulam isso assim: “o que preciso fazer para mudar a realidade por forma a conseguir concretizar o meu objetivo?

Neste segundo caso a decisão foi tomada independentemente das circunstâncias, porque esta pessoa do Segundo Grupo sabe que pode mudar essas circunstâncias. A decisão foi tomada baseada no seu objetivo.
No primeiro caso a “não decisão” foi baseada nas circunstâncias.

As pessoas do Segundo Grupo são mais livres do que as do primeiro porque usam a energia das suas emoções para as impulsionar para a frente na direcção para onde querem ir.
As do primeiro grupo são lideradas pelas emoções e pelas circunstâncias e acham que não há nada a fazer.

DICA: podes transformar qualquer emoção negativa em positiva:

  • Procurando o lado bom que existe em todas as coisas
  • Sorrindo diante da adversidade
  • Encarando todas as circunstâncias como peças de um jogo que te são favoráveis ou desfavoráveis mas que podes transformar.
  • Desliga-te emocionalmente do resultado (ou das consequências) e faz o teu melhor.

Nada mais te é pedido que não seja “dar o teu melhor”. Vais ver que as dificuldades estão magicamente calibradas para a tua capacidade de as superar e que a vida é um jogo divertido.

 

c) Desenvolve-te Mentalmente

A mente é um músculo. Pode expandir ou atrofiar dependendo do uso que fizermos dela.

O seu pior inimigo é a Soberba. Outro nome para este inimigo é: “Ter A Mania”.

Os seus sintomas revelam-se quando dás por ti a pensar ou a dizer: “Já sei isto.”, “Não tenho nada para aprender aqui.”, “Mas quem é esta pessoa para me ensinar alguma coisa?”, “Isto é uma perda de tempo.” e a atitude sobranceira de quem é melhor do que os outros.

Esta posição mental é o equivalente físico a fazer uma vez 10 flexões e daí para a frente ficar sentado no sofá a dar bitaites a toda a gente sobre treino físico incluindo aos profissionais do desporto… “porque eu já fiz 10 flexões uma vez!”

Conheces alguém assim?
Que conseguiu alguma coisa e nunca mais se cala a falar do bom que já foi nessa coisa?

Este tipo de atitudes revelam uma idade mental avançada, velha mesmo, significando por “velha” pouca ou nenhuma capacidade plástica de expandir, aprender ou mudar de alguma forma.

Todavia não é preciso ser tão extremo para se ter uma mente que se vai atrofiando sem que te apercebas. Deixas de entender outras pessoas e de interpretar correctamente acontecimentos, fica quase impossível traçares planos de ação que funcionem na realidade porque a tua mente não é adaptável nem permeável ao novo.

Podes estar a pensar… “eu não sou assim” e eu não te quero assustar, mas na realidade todos somos assim em vários graus.

Vê bem estes factos que são sintomas de atrofio mental:

  • O facto de não leres nada de diferente do que costumas ler: o mesmo jornal, a mesma revista, o mesmo tipo de romance….
  • O facto de não fazeres coisas fora da tua rotina: se és sedentário continuas a sê-lo, se és empregado continuas a sê-lo: na mesma rotina fazendo as mesmas coisas com as quais estás confortável, o que chamamos “tudo na mesmice”…
  • E o facto de não entrares em contacto com pessoas fora da tua zona de influência: falar com as mesmas pessoas, ouvir as mesmas opiniões, queixas, vontades…

É garantia de atrofio mental: 100% das vezes. 

Eu apercebi-me disto quando trabalhava 16 horas por dia a tentar prover para a minha família e não conseguia. Não conseguia sequer entender porque é que não funcionava nada do que fazia até entender que estava atrofiado e não sabia. E os sintomas eram todos os que te expliquei acima, a começar com a Soberba de pensar que sabia tudo.

Vou dar-te a minha vacina em 3 doses contra o atrofio mental.

Dose 1: Ler, Ouvir, Estar com Pessoas Diferentes

Ler livros sobre assuntos diferentes do que costumamos ler pode ser muito enriquecedor. De repente podes descobrir que existe um mundo inteiro para além do que conseguias ver.
Os áudios não são muito populares na nossa cultura, mas é pena.

“A minha mudança de vida começou quando tive uma epifania e entendi que as 16 horas de trabalho por dia não eram a solução para os meus problemas financeiros, deixei de fumar, comecei a andar de bicicleta (a coisa mais improvável para um empresário falido e gorducho que odiava desporto fazer) e comecei a ouvir uns áudios de Wayne Dyer “Há Uma Solução Espiritual Para Todos os Problemas”, em inglês que eu mal entendia.

Ouvi esses áudios durante as minhas voltas de 3, 4 e 5 horas seguidas na bicicleta. Ouvia, ouvia de novo, e de novo e de novo. Eventualmente acabei por entender praticamente tudo o que ele dizia.

Nunca mais deixei de ouvir áudios durante os tempos mortos do dia e comecei a transformar o meu “downtime” em “uptime”: tempo não produtivo em tempo produtivo.”

Contactar com pessoas diferentes: A tendências das pessoas normais é procurarem rodear-se sempre de pessoas que pensam, falam o agem da mesma forma que nós. Não tem mal, mas fazer “o normal” leva necessariamente ao “atrofio normal” também, certo?

É interessante especialmente conversar e ver como se comportam pessoas que têm ideias diferentes e mesmo opostas das nossas. Não temos de discutir, nem convencer, mas simplesmente apreciar a diferença e entender pontos de vista.

Tolerar, aceitar, aprender de pessoas diferentes é um ótimo exercício mental e emocional e expande a mente. Nunca falha!

Dose 2: Aprender algo novo, fazer coisas fora da rotina

Não sei se se passa o mesmo contigo mas eu, quando se passa um dia sem que tenha consciência de que aprendi alguma coisa, considero esse um dia perdido.

Felizmente aprendi há muito tempo a aprender. Sim. O primeiro passo é Aprender a Aprender. E uma vez que saibas fazer isso, aprendes valiosas lições constantemente, vindas de todo o lado e de toda a gente.

Vou ensinar-te como eu aprendi a aprender:

1- Observação

Podes querer aprender alguma coisa a partir de qualquer coisa que observes. Podes observar uma pessoa, um acontecimento, um objecto. Vou dar-te um exemplo de um objecto que sei que pode parecer o mais difícil 🙂“aprender com um objeto?” Oh Yeah!

Exemplo: tenho aqui ao meu lado o meu caderno de notas (de capa dura) e uma esferográfica. Serve. Vou aprender algo com a esferográfica. ok?

Primeiro passo: observar a esferográfica. Mesmo observar. Ver o detalhe: qual o seu estado de conservação, quanta tinta ainda tem, de que é feita, plástico e metal, como são todas as peças, como trabalham em conjunto, como foram fabricadas em máquinas diferentes, por pessoas diferentes… de que cor é a tinta, onde a gastei, a escrever o quê, a marca, o toque, a temperatura, a cor… entender como funciona, para que serve, como veio aqui parar à minha mesa, quem ma deu… como contribui para a economia da Suíça (Suiss Made), como contribuiu para a economia familiar dos trabalhadores envolvidos na fabricação das suas peças, e das máquinas que fabricaram as peças, e nas máquinas que fabricaram as máquinas e das pessoas que a inventaram… como foi pensada, imaginada, sonhada antes de existir, como esteve na mente de um criativo um inventor muito antes de estar no desenho…

E poderia continuar a observar e a juntar pistas de aprendizagem. Vou escolher uma dessas pistas (poderia escolher qualquer uma):

” como são todas as peças desta esferográfica, como trabalham em conjunto, como foram fabricadas em máquinas diferentes, por pessoas diferentes…”.

2- Significado

Depois de fazeres as tuas observações e também enquanto as fazes, atribuis-lhe um significado: neste caso significa que todas as coisas têm origem em outras e que todos fazemos parte de algo maior.

Todos nós temos uma missão, um lugar, e provavelmente parte da nossa missão é descobrir o nosso lugar: de que forma a nossa história pessoal, acontecida longe daqui, influenciada por pessoas que não conhecemos, pode ser benéfica hoje para nós funcionando numa equipa, com objetivos comuns, apesar de histórias diferentes.

3- Aplicação

Vou procurar conhecer o que posso Ser, Fazer ou Adquirir para me tornar um membro mais contributivo neste mundo, ou neste negócio, ou nesta equipa de que faço parte: emprego, trabalho, família, hobby, conforme o teu caso.

Depois de descobrir vou por em prática esta lição de hoje, aprendida com uma esferográfica. E o que irei aprender com o feedback que vou ter da minha ação ainda vai ser mais enriquecedor.
Normalmente esta aprendizagem leva-te a fazer coisas fora da rotina, a contactar com outras ideias e pessoas e leva-te a outro nível de desenvolvimento e envolvimento.

Podes fazer isto com qualquer coisa: objetos, pessoas, cursos, áudios, vídeos, livros, acontecimentos, e é muito interessante.

Dose 3: fazer coisas impossíveis.

Esta é a terceira dose da Vacina contra a Atrofia Mental 🙂

Depois de aprenderes e fazeres coisas diferentes, tornas-te uma pessoa diferente. E, por diferente quero dizer: melhor. Com a mente mais ágil, com maior clareza tomas decisões melhores e influencias positivamente toda a gente à tua volta.

O passo seguinte para a expansão da tua mente é fazer o impossível.

Colocar um objetivo tão ambicioso e tão fora da tua “normalidade” que fiques quase em pânico só de pensar nisso.
Um daqueles que tu dirias para ti mesmo, numa primeira olhadela: “é impossível, eu nunca conseguiria fazer aquilo!”.
Um daqueles que tu dizes a alguém perto de ti e essa pessoa começa a rir-se de ti e te chama “louco”.

Sim, um desses.
Já fiz vários.

– O primeiro impossível: Decidir fazer mais de 1000 km de bicicleta em duas semanas.

Esta decisão foi tomada depois de me sentar numa bicicleta e pedalar durante 15 minutos numa subida ligeira, cair para o chão sem conseguir levantar-me porque as pernas tinham perdido a força. Como eu odiava exercício físico! Afinal aprendi a gostar e hoje é algo que adoro.

Naquela altura, depois de 8 meses a pedalar diariamente, fiz uma viagem ao Canadá e na primeira oportunidade fui comprar uma bicicleta para continuar a pedalar lá.

Duas semanas depois, fui devolvê-la porque fazia barulhos na pedaleira e tinha folgas. Deram-me uma nova, muito admirados por aqueles sinais de desgaste estarem a acontecer numa bicicleta nova. O facto é que fiz 1200 km nela, nessas duas semanas através das colinas do campo canadiano do Ontário.”

Por entre outros impossíveis, tenho de contar este, que foi o mais impossível de todos:

Eu ganhava uns 700 euros por mês trabalhando por minha conta, e tinha de vez em quando uns picos que chegavam aos 1000 ou 1200, raramente.

Contas por pagar, 4 filhas, 2 na universidade tiveram de desistir dos estudos e emigraram, e o meu coração ficou partido: não consegui manter a família junta porque não sabia como ganhar mais dinheiro apesar de trabalhar 16 horas por dia.

Tomei a decisão impossível de ganhar por dia aquilo que ganhava por mês. A minha mente expandiu tanto no momento em que tomei essa decisão que nunca mais voltou ao que era.

Não vou entrar em grandes detalhes mas isto foi o que aconteceu:
Depois de 3 meses surgiu-me a oportunidade e, como eu estava atento, identifiquei-a. 6 meses depois estava a ter o meu primeiro mês de 34 mil dólares (cerca de 30 mil euros) o que dá, por dia, o que eu ganhava por mês somente 6 meses antes.

Pelo caminho coloquei em prática tudo o que ensino aqui neste texto. Tudo mesmo. Eu sou a prova viva de que desafiar os próprios limites, e desenvolvermo-nos a todos os níveis compensa.

A tua forma de pensar está diretamente ligada com a tua forma de viver. Acredito tanto nisto que escrevi um ebook inteiro sobre este assunto, chamado MENTALITUDE (Recebe uma cópia gratuitamente aqui) mas hoje não vamos explorar esse caminho que está bem explorado no ebook.

 

d) Desenvolve-te Espiritualmente

Há pessoas que confundem espiritualidade com religião e, pelo facto de não querem fazer parte de religião nenhuma também não querem ter nada a ver com espiritualidade.

Mas esta é a realidade, como a vejo: não querer lidar com a própria espiritualidade é como não querer lidar com a saúde do corpo. O corpo está lá, o espírito está lá e podemos cuidar dele e desenvolvê-lo ou podemos deixá-lo atrofiar, mas não podemos dizer que não está lá.

Vou explicar-te ao que me refiro quando falo de espiritualidade. Falo de sentido.

No exercício anterior, quando procurávamos significado na esferográfica, estávamos de facto a fazer um exercício espiritual.

O espírito é aquilo que liga os pontos dispersos, que dá sentido às coisas, ao mundo, às pessoas, aos acontecimentos. Sim, a religião é uma obra do espírito, mas o espírito não se esgota ali. Pelo contrário, é comum a religião se transformar em algo sem sentido ao isolar as coisas, ideias ou pessoas, em vez de as conectar.

Quando estás com uma pessoa que tem um problema e tu lhe mostras as coisas por um novo prisma, estás a usar da tua espiritualidade ordenando as peças de uma forma que essa pessoa não tinha visto e atribuindo-lhes um novo significado.

Quando tens uma solução repentina, tipo “relâmpago na noite escura” e sentes no mais profundo de ti que o caminho “é por ali”, e as coisas fazem sentido, as peças se encaixam… isso é espiritualidade.

Este profundo sentido de congruência que chamamos “intuição” ou “um não sei quê” leva-nos a tomar decisões e assumir compromissos que nos vão levar ao nosso propósito, enquanto estivermos alinhados com o espírito.

  • Quando andas na luta e não vês o caminho com clareza, não estás alinhado.
  • Quando não percebes o que se passa à tua volta, não estás alinhado.
  • Quando acontece uma coisa que pode influenciar positivamente a tua vida, é a “resposta às tuas orações” e tu não te apercebes, é porque não estás alinhado.

Alimentamos o espírito da mesma forma que alimentamos a mente: ler, ouvir, estar com pessoas. Neste caso ler e ouvir conteúdos que nos tragam sentido, que nos ajudem a entender as diferentes peças da engrenagem que é a nossa vida e nos ajudem a ligar os pontos dos acontecimentos.

A vivência da espiritualidade é uma jornada pessoal, como o são todas as jornadas, por mais companhia que a gente tenha.

Para mim, entre todos os livros e áudios que ouvi, tenho como referências alguns:

  • Da Bíblia destaco o Cântigo dos Cântigos: um poema erótico de elevado simbolismo e profunda espiritualidade, temos também o evangelho de João, cheio de metáforas e intensidadeemocional e espiritual.
  • A história de São Francisco de Assis (há muitas) revela a descoberta do propósito e do sentido da vida de uma pessoa e o caminho que percorreu.
  • “Siddhartha” por  Hermann Hesse conta a história de Buda e do seu caminho de descoberta.
  • “O Profeta” por Khalil Gibran, escritor e poeta libanês de grande influência na cultura ocidental.

Entre os autores contemporâneos não me canso de promover:

  • Wayne W. Dyer autor de inúmeros livros e Áudios todos excepcionais.
  • Deepak Chopra, obviamente e
  • especificamente 3 livros de Paulo Coelho: “O Alquimista”, “Diário de Um Mago” e “Manuscrito Encontrado em Accra” este ao estilo de “O Profeta” de Gibran.

Porém, não é por lermos livros que desenvolvemos a nossa espiritualidade e o sentido da nossa vida.

Vou dar-te uma técnica que aprendi e que me ajuda diariamente a encontrar o caminho.

Todas as coisas que me acontecem, ou sentimentos que tenho ou ideias, ou desânimos ou entusiasmo ou pessoas que se cruzam no meu caminho, eu coloco-me, na minha imaginação, de fora da cena.

  • Imagina que te sentes frustrado, apetece-te “matar alguém”. Esse é um bom exemplo de emoção forte e, aparentemente não controlável.
  • Agora, na tua imaginação, coloca-te de fora da cena. Como se estivesses ali ao teu lado a observar-te tendo aquela reacção ou sentindo aquela emoção. Estás a ver-te, como se fosses outra pessoa.
  • Agora pergunta-te: “Porque motivo me estou a sentir assim?”, “o que aconteceu para eu ficar assim?”
  • Se fosse possível eu reagir ao mesmo acontecimento com uma emoção positiva, qual seria essa emoção positiva?
  • Sente essa emoção positiva: reproduz no teu corpo os sinais que essa emoção provocaria: sorriso, cabeça levantada, ombros para trás, tronco direito, respiração profunda.
  • Se houvesse uma ação que pudesses executar agora que te sentes positivo e energético quanto a esse assunto, qual seria essa ação?
  • Agora transfere essa emoção para a pessoa que está à tua frente (e que és tu próprio).
  • E entra em ação imediatamente executando a/as acção ou acções que acabaste de definir.

Não é tão fixe? Podes fazer isto com qualquer coisa com a qual não consigas lidar ou cujo significado não consegues descobrir.

Pergunta sempre: “se houvesse … qual seria?”. Esta é uma pergunta mágica para te conectar com o teu subconsciente onde estão todas as respostas e onde o espírito atua.

 

 


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Uma opinião acerca de “Como Desenvolver-se Física, Emocional, Mental e Espiritualmente

  1. Estou tão feliz,em poder lê e saboreá cada palavra que faz uma transformação tão grande mesmo que eu não quisesse,
    Ela faz uma limpeza completa no conciente e subconsciente,eu sempre procurei viver da melhor forma possível dando sempre o melhor de mim em tudo que eu faço, e agora seguindo um cara que dá exemplo com sua própria experiência de vida, só tenho a agradecer à Deus e a você que me deu essa oportunidade de lê tua história de vida.
    Obrigada Deus te ilumine sempre e abençoe sua família 🙏